Harry Potter: proibição e as polêmicas com a Igreja

Harry Potter é uma série de livros famosa. Escrita por J.K Rowling entre os anos de 1997 e 2001, a trama que conta a história do bruxinho Harry Potter conquistou uma legião de fãs por todo o mundo. Para a alegria de tais leitores, a Warner Bros decidiu produzir filmes do universo criado por Rowling, e entre 2001 e 2011, salas de cinema lotaram para prestigiar os encantamentos de Hogwarts. O sucesso de Harry Potter é tão grande, que a marca chegou a custar 15 bilhões de dólares.

E tudo o que faz sucesso, é motivo para estar na boca do povo. Se por um lado a obra de Rowling conquistou muita gente e fez pessoas se entreterem, por outro, ela enraiveceu certa parte de indivíduos. Alguns participantes da comunidade eclesiástica, por exemplo, não aceitam a história. A consideram errada, por abordar temas voltados para a bruxaria, além de possuir linguagem especial de feitiços.

Fonte: GIPHY

Os livros são banidos de diversas partes do mundo – principalmente em locais acadêmicos -, como por exemplo, nas escolas do Emirados Árabes em 2002. Recentemente, o jornal Galileu publicou uma matéria informando sobre uma escola norte americana de Nashville que proibiu os exemplares da biblioteca por indicação do reverendo local. Em uma entrevista ao jornal Tennessean, o reverendo Dan Reehi falou que os livros atraem espíritos ruins.

“As maldições e feitiços usados ​​nos livros são maldições e feitiços reais que, quando lidos por um ser humano, correm o risco de conjurar espíritos malignos no presença da pessoa que lê o texto”.

Dan Reehi para o jornal Tenneean. Publicação retirada da notícia do portal Galileu.

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As opiniões se mostraram variantes de pessoa para pessoa. Na Igreja Católica, por exemplo, existem figuras que não consideram a obra como algo negativo/ que contesta alguma religião. Por outro lado, também estão presentes indivíduos que lutam para que Harry Potter não seja lido por muita gente.

Um vídeo interessante de ser visto é o de Pe. Paulo. Nele, o padre explica a visão dele em relação aos livros de fantasia. Na questão, ele debate sobre o livro O Senhor dos Anéis:

“Nós somos subcriadores, e portanto, podemos criar coisas boas quanto coisas ruins”.

Padre Paulo referindo-se a livros de fantasia.

Se por um lado Padre Paulo defende a ideia da criação literária com intuito positivo, ou seja, apoia obras que tenham uma mensagem positiva para as pessoas, o Padre Duarte Lara, acredita que a fantasia, seja ela presente em livros ou no mercado audiovisual, é ruim de toda a forma e atrai o mal. Mesmo por curiosidade, assistir a filmes dessa temática é algo errado.


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“A magia é toda ela má. Toda ela corrompe a nossa relação com Deus e abre espiritualmente o nosso coração à ação diabólica, pois isso é brincar com fogo.”

Padre Paulo afirma em um vídeo postado no canal dele.

O assunto da proibição de Harry Potter é muito extenso, então, o post fica por aqui. E na sua opinião, tem algo de errado na literatura voltada para a fantasia? Há algo de errado com Harry Potter?


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Escrito por

Sou Daniela Esperandio Dias, uma capixaba de 19 anos que tem coluna de uma senhora de 70. Curso jornalismo e estou na luta para aprender francês. Amo ler e escrever, e tenho um caso sério com o chocolate.

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