Resenha: Warcross – Marie Lu

OBSERVAÇÃO: ESTA RESENHA CONTÉM SPOILERS (não é nada escrachado, porém, está avisado).

NOTA: 🍭🍭🍭🍭🍭

Com uma história interessante e focada bastante na tecnologia, Warcross entra no mundo dos games e apresenta personagens interessantes com passados trágicos.

“Toda porta trancada tem uma chave”

Por meio de uma invasão ao jogo Warcross, Emika Chen fica conhecida mundialmente. Ela não fazia ideia de que isso seria a chave para a entrada em um mundo completamente diferente do seu. Devido a tal ousadia, a jovem é chamada para comparecer ao Japão e tudo o que ela quer fazer é sumir, porque, obviamente, pensava que seria julgada como criminosa. Afinal, hackers são vistos como algo negativo, no nosso mundo e no de Emika, o que nem sempre é verdade…

A questão é que: a ida ao Japão a proporcionou a Emika possibilidades gigantes que você irá descobrir ao longo do livro. Ação, romance e o universo dos jogos são questões você encontrará na leitura. Marie Lu possui uma escrita fácil e incrível que consegue levar o leitor para o universo que ela constrói, e a empatia pelos personagens é inevitável.

PERSONAGENS

A protagonista da história, Emika Chen, é uma figura fácil de se admirar. Caçadora de recompensas, ela teve que aprender a se cuidar desde cedo, quando o pai falecera. Desde então, a garota passou a se dedicar aos jogos, depois de encontrar conforto neles em seus dias ruins. Muito inteligente e com uma aparência colorida, ela corre atrás de marmanjos malfeitores no mundo dos jogos a fim de os entregar para a polícia e ganhar dinheiro. Os problemas que Emika tinha, que não eram poucos, tornam-se ainda maiores quando ela colocara na cabeça a ideia de que agir como uma hacker poderia ser uma opção melhor. O que não foi ruim, por outro lado.

Hideo Tanaka, mais conhecido como O Jovem Criador do Warcross, é um homem sério e absurdamente inteligente. Ao invadir o sistema do jogo, Emika chama a atenção dele, que procurava alguém com os talentos dela para melhorias no mundo Warcross. A dinâmica dos dois ao longo da história é algo bastante agradável de ler porque ao passo que duas pessoas de mundos diferentes se encontram e lutam por um objetivo em comum, a situação se mostra bem interessante. E adorável.

Obs: o bom de Marie Lu é que ela não tem dó alguma em relação a plot twists. Atente-se e anime-se ao mesmo tempo. Os jogadores de Warcross e amigos de Emika, Hammie, Asher e Roshan também são interessantes e o legal é existência da variedade de personalidades e jeitos entre eles. Todos são nerds, porém.

AO LER WARCROSS, VOCÊ ENCONTRARÁ:

  • Plot Twist;
  • Personagens legais;
  • Escrita fácil;
  • Muita tecnologia (não, não é linguagem tecnológica, mas você será levado a um mundo em que a tecnologia é a imperatriz;

A continuação de Warcross se chama O Jogo do Coringa e já está nas livrarias. Conheça a história de Emika, Hideo e do tão falado Warcross!

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Escrito por

Sou Daniela Esperandio Dias, uma capixaba de 19 anos que tem coluna de uma senhora de 70. Curso jornalismo e estou na luta para aprender francês. Amo ler e escrever, e tenho um caso sério com o chocolate.

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