tchau 2018

tchau 2018

Para tornar esse texto em algo interessante e que outras pessoas, e não só a minha mãe, tenham interesse em ler, o encurtei em tipos… uns noventa e oito por cento? Nem todas as palavras daqui definem o meu 2018 porque ele foi imenso, grande, lindo, reflexivo. Primeiramente devo dizer que só tenho a agradecer ao meu maravilhoso Deus por me dar tantas oportunidades incríveis nesse período, além de tantas e tantas outras positividades. Meus agradecimentos se estendem à minha família tão preciosa e que eu amo de forma infinita; aos meus amigos, que também são a minha família, mas de sangue diferente.

Em 2018 eu fiz muitas coisas que não poderia imaginar. Conheci pessoas que quero levar para minha vida, assim como momentos que sempre serão lembrados por mim em crises de nostalgia as quais tenho constantemente. Se devo dizer sobre algum ponto negativo, tudo a pôr para fora é a crueldade da minha ansiedade que me aporreou em momentos errados de atividades/tarefas/trabalhos para cumprir etc. Na verdade, ela e a minha autoestima foram duas cretinas em 2018, me colocando cada vez mais para baixo. Porém, acho/tenho certeza que todo mundo sofre com a ansiedade e autoestima baixa, então não me ponho aqui como uma vítima de histórias tristes, pois não fui. Fui só vítima do que é natural, de um problema comum a essa geração.

Considero-me uma criatura sortuda, na verdade. Que ano lindo, eu tive! Obviamente nem todas as metas que listei e desejei cumprir foram cumpridas, mas por outro lado, outras surgiram e ocuparam o espaço de tais não realizadas — e pasmem, essas improváveis e não planejadas foram muito melhores do que eu poderia imaginar. O bonito desses acontecimentos foram a forma como vieram: do nada, sem preparação, sem expectativa; eles só apareceram e eu tive a sorte de ser abraçada por braços novos.

Entre essas questões que caíram de paraquedas em minha vida, devo e preciso citar o projeto de segundo semestre em que participei, o qual será um queridinho do meu coração para sempre. Embarquei nele como voluntária, e com um grupo de estudantes parti para um presídio aqui no meu estado em função de levar literatura e gramática para uma sala de internos. Resumindo essa minha experiência, posso dizer que foi incrível. Eu vi uma realidade completamente nova, com pessoas diferentes e cheias de histórias. Eu vi humanidade, também vi desconfiança. Essa vivência me deixou de cabeça para baixo e mudei muitos de meus conceitos.

Em relação à importância, o ponto mais relevante de 2018 devo dizer que foi o nascimento do meu primo Thomas. É tão lindo ver como uma vida vem ao mundo e se desenvolve. É algo muito precioso e que sou completamente grata por ter estado perto para acompanhar. Desde a barriga ele já era um querido para mim, e ao sair, além dessa consideração, Thomas se tornou o bebê mais gostoso de apertar de todo o planeta! Se a pureza tivesse corpo ou som, seria a gargalhada dele…

Também tive muito sucesso em 2018. E não. Não falo em dinheiro. Na verdade, se sucesso fosse apenas isso, eu seria apenas mais uma fracassada no planeta Terra porque em 2018 eu não fiz nenhum centavo — contudo, economizei. É uma outra tática, sabe? Se eu dissesse que fiquei cem por cento feliz por não ter feito dinheiro neste ano tendo 19 anos nas costas, eu seria uma garota mentirosa. Eu queria ter feito dinheiro, droga! Queria ser a genia empreendedora, mas não foi dessa vez. Porém, por outro lado, se eu dissesse que fiquei triste com o meu desempenho nesses últimos doze meses, eu também seria uma mentirosa. Eu dei o meu melhor no que me dediquei a fazer.

Enfim. Eu vi o que nunca tinha visto, senti o que nunca tinha sentido antes, sorri com situações novas, chorei devido a situações e sentimentos novos… E só hoje, dia 31 de dezembro de 2018, parei para refletir tudo isso. Se fosse para escrever um texto de momentos importantes desse ano, ele seria gigantesco e nem minha mãe leria, então o resumi nesses meros poucos parágrafos. Que 2019 seja surpreendente, porque o que acontece sem planos pode ser muito mais agradável e mágico do que caminhos já traçados e cheios de expectativas (mas não é uma regra, só para deixar claro).

Desejo saúde, felicidade e amor a todos! E que 2019 seja gracioso ♥

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Escrito por

Sou Daniela Esperandio Dias, uma capixaba de 19 anos que tem coluna de uma senhora de 70. Curso jornalismo e estou na luta para aprender francês. Amo ler e escrever, e tenho um caso sério com o chocolate.

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