O Pequeno Príncipe é um livro adorável

Neste post venho falar sobre o último livro que li e que me deixou bem emotiva. Não sei se foram as um bilhão de metáforas utilizadas (eu gosto muito, muito de metáforas) ou o jeito que tudo estava escrito ou porque eu estava emocional na noite em que o li. A questão é: O Pequeno Príncipe é uma obra indiscutivelmente adorável. E eu a recomendo a todos. A todos, sem exceção.

O autor Antoine de Saint-Exupéry dá enorme importância às crianças, o que eu acho justo e sensível. Oras, as crianças são puras e inocentes, e só elas podem entender certas coisas que nós (jovens e adultos) ignoramos o tempo todo. Às vezes eu me irrito com alguns guris, mas pelos céus, eles só estão vivendo em seu mundinho cândido de imaginação fértil. Eles são muito melhores que eu, já que meu mundo é um tanto sujo de conhecimento.

O autor tem minhas muitas palmas, assim como sua obra.

O livro tem quotes incríveis, e seria um grande desrespeito por minha parte se eu não os selecionasse para postar aqui. São lindamente estes:

”Gente grande nunca entende nada sozinha, e é cansativo para as crianças ficar o tempo todo dando explicações…”

”Quando falamos de amigos, gente grande nunca indaga sobre o essencial. Nunca diz: ‘Como é o som da voz dele? Quais são seus jogos preferidos? Ele coleciona borboletas?’. Pergunta: ‘Que idade ele tem? Quantos irmãos ele tem? Quanto pesa? Quanto ganha o pai dele?’. Só aí acha que o conhece.”

”É bem mais difícil julgar a si mesmo do que julgar as outras pessoas. Se conseguir julgar-se bem, é porque é um verdadeiro sábio.”

”Para mim, você ainda não passa de um menino parecidíssimo com cem mil meninos. E eu não preciso de você. E você também não precisa de mim. Para você, não passo de uma raposa parecida com cem mil raposas. Mas se você me cativar, precisaremos um do outro. Para mim, você será o único no mundo. Para você, serei única no mundo…”

”Minha vida é monótona. Caço galinhas, e os humanos me caçam. Todas as galinhas se parecem, e todos os humanos se parecem. Ando um pouco entediada. Mas, se você me cativar, será como se minha vida se enchesse de sol. Vou reconhecer um barulho de passos que será diferente de todos os outros. Os outros me fazem correr para debaixo da terra. Os seus me chamarão para dora da toca, como música.”

”A gente só conhece as coisas que cativa.–disse a raposa.– Os humanos não têm mais tempo para conhecer nada.”

”Se, por exemplo, você vier às quatro da tarde, às três horas já começarei a ser feliz. Quanto mais a hora avançar, mais feliz me sentirei. Às quatro horas, já estarei agitada e inquieta: descobrirei o preço da felicidade! Mas, se você vier a qualquer hora, nunca saberei a que hora preparar o coração… É preciso ritos.”

”Eis meu segredo (ele é muito simples): só se enxerga bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos.”

Despeço-me afirmando que podemos fazer magia, sim. Temos poderes, assim como Antoine de Saint-Exupéry. E que façamos obras tão incríveis quando O Pequeno Príncipe.

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Escrito por

Sou Daniela Esperandio Dias, uma capixaba de 19 anos que tem coluna de uma senhora de 70. Curso jornalismo e estou na luta para aprender francês. Amo ler e escrever, e tenho um caso sério com o chocolate.

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